Gel contraceptivo masculino é alternativa a vasectomia

Um novo tipo de contraceptivo masculino em forma de gel, não tem contraindicações, não afeta os hormônios masculinos e não modifica a reprodução segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia nos Estados Unidos.

Os testes foram feitos em dezesseis macacos adultos do sexo masculino sendo que dez deles já haviam reproduzido filhotes. Os macacos ficaram em observação durante uma semana com o remédio e depois foram colocados com as fêmeas férteis para poderem se acasalar, e o resultado foi que nenhuma fêmea ficou grávida.

O gel ganhou o nome de Vasalgel e sua substância é injetada no canal deferente por onde os espermatozoides passam no pênis bloqueando a passagem. A ejaculação contínua da mesma maneira liberando sêmen, mas sem espermatozoide como acontece no processo de vasectomia.

Os testes em humanos serão iniciados no próximo ano, e se for comprovada sua eficácia o método será conhecido como o primeiro anticoncepcional masculino podendo chegar ao mercado em breve.

Os contraceptivos masculinos atuais são apenas duas opções, sendo elas a camisinha que além de prevenir a gravidez, ajuda a prevenir doenças sexualmente transmissíveis e o outro método é a vasectomia, uma cirurgia realizada para bloquear o caminho dos espermatozoides até o pênis. O procedimento da vasectomia pode ser revertido, mas se trata de uma cirurgia complicada e sem garantia de sucesso.

Atualmente são as mulheres que possuem diversos métodos contraceptivos que vão de adesivos subcutâneos a cirurgias de laqueadura. Alguns métodos femininos têm efeitos colaterais graves que afetam de maneira rigorosa as mulheres o que já não acontece no caso do gel masculino, porém se os homens tomassem contraceptivos hormonais o resultado seria drástico. Os homens teriam uma influência dos níveis de testosterona irreversíveis e quando tomados o sistema hormonal masculino ficaria bloqueado e entraria em atrofia.

Na opinião do urologista Marcello Cocuzza, membro do Departamento de Reprodução Humana da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia): “Sem dúvida seria algo revolucionário, mas é preciso muitos testes. Facilitaria muito o processo anticoncepcional masculino. Mas em humanos é muito complicado, porque cada pessoa é diferente”, diz o médico que ainda deixa bem claro “eu não acho que esse novo contraceptivo tem que ser pensado como uma substituição da camisinha, mas sim como alternativa à vasectomia, para homens que já possuem uma família”.

Os especialistas afirmam que o Vasagel é seguro e seus efeitos podem ser revertidos com apenas uma injeção de bicarbonato de sódio no mesmo canal que foi injetado o gel. O contraceptivo masculino não é uma ideia inovadora, pois outro experimento já está sendo testado em homens na Índia, e a diferença entre esse gel e o Vasalgel é que ele não desabilita os espermatozoides como é o caso do outro gel que tem o nome de RISUG.

Veja também: Laqueadura Tubária

 

Veja um pouco da história de sucesso da JHFS e José Auriemo Neto

A JHSF Participações é uma companhia nacional presidida por José Auriemo Neto atuante em diferentes segmentos, dos quais se destacam as incorporações imobiliárias, hotelaria, gestão de shoppings centers e gastronomia. Foi fundada na década de 70, mas precisamente em 1972 ainda com o nome de JHS. Seus primeiros projetos foram no ramo imobiliário, expandindo para a administração de centros comerciais e até a administração de um aeroporto.

Desde o início de suas operações foram desenvolvidos e investidos em mais de 6 milhões de metros quadrados em projetos de alto padrão de consumo em todo o país. Entre os empreendimentos que merecem destaque estão o Parque Cidade Jardim. Trata-se de um condomínio na cidade de São Paulo, integrado a três prédios comerciais e um shopping, respectivamente chamados de Cidade Jardim Corporate e Shopping Cidade Jardim.

Além dele, o residencial Fazenda Boa Vista em Porto Feliz, interior de São Paulo é um empreendimento interessante. É uma área de mais de 12 milhões de metros quadrados com mais de 800 lotes e casas de alto padrão; Projetou e construiu o Metrô Santa Cruz, primeiro shopping center brasileiro que integrou-se ao metrô, o qual foi vendido em 2009.

Desde 2007 a empresa é sócia do grupo Fasano, uma marca que tornou-se referência no segmento de luxo no país. Opera 11 restaurantes e 4 hotéis em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e a uruguaia Punta del Este. Outro empreendimento é o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, o primeiro aeroporto privado destinado ao uso executivo no Brasil. O empreendimento está localizado a 60 km de São Paulo (capital) e deve ficar pronto no fim de 2017.

O nome passou de JHS para JHSF após a cisão na empresa em que Fábio Auriemo assumiu o controle da empresa. O foco permanece as incorporações imobiliárias, contudo em 2001 José Auriemo Neto diretor, na época da companhia, cria o braço de shopping centers da empresa; Em 2003, chega presidência executiva; Em 2007 a JHSF inicou as negociações de suas ações na Bovespa.

Em 2014 Eduardo Camara passou a ser diretor presidente executivo da empresa. Esse é um profissional com grande experiência já trabalhava na JHFS desde 2006.

Sobre José Auriemo Neto

Durante sua história na empresa, José Auriemo Neto edificou uma carreira de sucesso. O segredo é a disposição para o trabalho. O empresário costuma chegar cedo ao escritório, no sexto andar de um edifício em rua movimentada na capital paulista. Em seu expediente, reuniões, discussões a respeito de projetos bem como a relação com seus investidores.

A jornada é de pouco mais de 14 horas e muitas vezes se estende até perto das 22 horas. Férias é algo que faz tempo que não conhece. A última foi a cinco anos atrás. Sua explicação é o lema da JHSF: “O negócio é 90% transpiração e 10% inspiração”, afirma Zeco, como é conhecido entre os amigos e parentes.

Uma vez por semana ou mais, a rotina muda e José Auriemo Neto visita os canteiros de obras. Quando isso ocorre, ele coloca o capacete e confere de perto o andamento dos projetos e se estão atendendo aos rigorosos padrões de qualidade da empresa.

70% das mulheres em idade fértil desenvolvem mioma

Cerca de 300 mil mulheres retiram o útero todos os anos devido as consequências do mioma que pode atingir entre 30% e 70% das mulheres em idade fértil. Apenas as mulheres entre 20% e 30% desenvolvem os sintomas da doença que requerem tratamento intenso e que devem ser feitos com médicos ginecologistas.

“Muitas dessas intervenções poderiam ter sido evitadas devido aos tratamentos adequados e menos radicais, pois o útero é um órgão ligado a feminilidade da mulher. A fertilidade e a procriação depende dele”, alerta o ginecologista e obstetra, Dr. Cláudio Basbaum diretor da PRÓ-MATRIX.

“O desejo sexual da mulher não se perde na falta desse órgão devido a sua remoção, porém o que pode acontecer é a mulher se sentir deprimida, com baixa autoestima e vazia por dentro, embora não haja relação desse tipo de sentimento com o órgão retirado” afirma o especialista. Esse fenômeno é chamado de “Síndrome da Mulher Ôca” que tem fundamentos de aspectos emocionais e simbólicos que esse órgão representa para as mulheres.

Os miomas as vezes são tão pequenos que só podem ser vistos através de ultrassom ou até mesmo de ressonância magnética da região pélvica. Na maioria dos casos as mulheres descobrem o mioma em exames de rotina ou por sintomas provocados pelos nódulos, como a menstruação abundante, sangramentos irregulares e dores abdominais.

Outro detalhe é que os miomas são mais frequentes em mulheres negras do que nas não negras, e o crescimento é agressivo e acentuado resultando em um índice maior de cirurgias em mulheres negras. O desenvolvimento está relacionado com a genética que aumenta a multiplicação acelerada e focal, que funciona como uma clonagem das células musculares uterinas, causando uma sensibilidade maior das fibras musculares do útero e aos hormônios femininos como a estrógeno e a progesterona.

Seus sintomas são cólicas, aumento anormal do tamanho do útero, sangramento uterino e um fluxo menstrual excessivo com sangue coagulado, dor abdominal e a sensação que os órgãos estão apertados. Sente também uma vontade frequente de urinar, dor nas relações sexuais e nas costas e pernas, além de outros sintomas que podem chegar a diminuir a fertilidade da mulher.

Por causa da deformidade na cavidade uterina, o mioma ocasiona no impedimento do implante de óvulo, causando aborto ou interferindo precocemente e comprimindo as trompas formando uma barreira que impede os espermatozoides de alcançar o óvulo.

O tratamento vai desde uso de remédios, como anti-inflamatórios não hormonais ou progestogênicos até o tratamento mais agressivo com a remoção do órgão chamada de histerectomia. A sua taxa ainda é elevada em todo mundo, chegando de 60% a 70% das cirurgias realizadas em mulheres entre 35-54 anos. Os tratamentos devem ser eficazes e seguros de forma que seja garantida a qualidade de vida da mulher.

Veja também: Como amenizar as cólicas

 

Onicofagia e Bruxismo podem ser sintomas de ansiedade

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Muitas pessoas sofrem de onicofagia que nada mais é que o hábito de roer unhas e o bruxismo é uma doença que faz com que a pessoa ranja os dentes. A dermatologista Ranaia Tatsukawa, do Hospital Santa Luzia faz um alerta: “Com o tempo, as unhas passam a crescer com defeito e ficam permanentemente distróficas. Observamos em consultório que há muita ansiedade por trás, inclusive em crianças. Quanto mais cedo esse hábito for tratado, mais chances há de superação”.

Algumas pessoas além de roer as unhas, engole e isso podem causar serias doenças gastrointestinais, já que não é recomendado levar a mão a boca devido a fácil contaminação de doenças pelas bactérias que possuímos nas mãos.

De acordo com a OMS – Organização Mundial da Saúde, atualmente 33% da população sofre de ansiedade e só no Brasil esse percentual chega a 9,3%. Transtornos interferem na saúde da pessoa, inclusive bucal. “Em primeiro lugar, tem-se o risco de desgaste ou pequenas fraturas na borda incisal dos dentes anteriores ou dos dentes envolvidos neste ato. Segundo, podem ocorrer alterações na oclusão e também afetar as ATMs, por ser um movimento diferente do que seria o esperado numa mastigação normal”, esclarece Jussara dos Santos Giorgi, Presidente da Câmara Técnica de Homeopatia do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.

O estado emocional pode interferir diretamente na saúde bucal, “O estresse tornou-se a palavra da moda, pois todos estão sujeitos a momentos de estresse em variados graus, e viver sem ele nos passa a impressão de que, isso sim, seria fugir do normal. Assim como o estresse traz alterações à saúde geral das pessoas, a saúde bucal também pode ser comprometida por ele”, explica. A saúde oral é um estado de equilíbrio e só estará perfeitamente normal se for acompanhada pelo bom estado de saúde geral do paciente. O resultado desses transtornos é as pessoas criarem maus hábitos, como a necessidade de roer as unhas e o bruxismo que é considerado um serio problema de saúde.

Bruxismo não tem cura, somente tratamento “Pode ser uma via que o indivíduo use como forma de extravasar suas tensões. Nem sempre só tratar da ansiedade resolve isso, muitas vezes é necessária a participação efetiva do cirurgião dentista, prescrevendo aparelhos, indicando outras terapias em áreas como fisioterapia ou fonoaudióloga, por exemplo.”

Muitas pessoas que tem o bruxismo podem não perceber “A pessoa pode sentir os efeitos do ranger ou apertar os dentes, como dor ou cansaço nos músculos da face, dor nos dentes e ATMs. Às vezes também dor tensional na cabeça” , explica. Perceber o bruxismo normalmente é tarefa das pessoas que convivem com quem ter o transtorno.

 Veja também – Cuidado: seus hábitos enquanto dorme podem revelar se você terá Parkinson

 

Saiba por quais razões as pessoas com maior idade têm empreendido, por Flavio Maluf

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a Global Enterpreneuship Monitor apontou que os profissionais com idade mais avançada têm se arriscado mais quando o assunto é abrir o próprio negócio. O estudo tem o objetivo de analisar de que modo as pessoas têm empreendido ao redor do mundo. O outro extremo também pôde ser constatado, já que os mais jovens também demonstraram espírito empreendedor. De acordo com a análise, a tendência de se iniciar uma empresa decorre do ambiente de crise econômica que se instalou no país, reporta o empresário Flavio Maluf.

Cerca de dois mil participantes com idade até 64 anos integraram o estudo. Profissionais especializados em empreendedorismo também estiveram envolvidos na pesquisa, que contou com a execução do IBPQ (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade). O levantamento revelou que entre os indivíduos compreendidos na faixa etária até 24 anos, o desejo de empreender foi de 19,7%, se comparado com o ano de 2016. Na sequência surgiram com 16,6%, as pessoas entre 45 e 54 anos e com 10,4% as que têm de 55 a 64 anos, noticia Flavio Maluf.

Segundo o presidente do SEBRAE, Guilherme Afif, os profissionais com maior idade sofrem grande resistência por parte do mercado de trabalho no que diz respeito a permanecerem empregados por meio das modalidades tradicionais de contratação, ou seja, aquelas regidas pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Outro motivo que acarreta um grande índice de empreendedorismo entre os idosos é a necessidade de se complementar a renda quando da chegada da aposentadoria, ressalta Flavio Maluf, com base nas declarações de Afif para a revista Exame.

Já para o presidente do IBPQ, Sandro Vieira, o fato de tais profissionais empreenderem quando se esperava que deixassem o mercado trabalhista é causado por conta não apenas do desemprego que assola multidões em todo o país, mas também pelos critérios para se conseguir a aposentadoria terem suscitado uma retirada mais tardia do emprego. Vieira esclarece que esses empreendedores passam a contribuir para a economia da nação, pois começam a gerar diversas oportunidades de trabalho.

Afif ressalta que os ramos relacionados à alimentação e vestuário são os preferidos por esse novo perfil de empreendedor com maior experiência no mercado de trabalho, havendo grande atuação sobre as etapas de produção e venda de produtos. Flavio Maluf destaca que, segundo o presidente do SEBRAE, estes segmentos são comumente escolhidos pela baixa necessidade de se empregar tecnologias avançadas para sua implementação. Sem exigir muita experiência por parte de seus gestores, tais ramos da economia são vistos com bons olhos pelos que decidem abrir o próprio negócio, complementa o empresário.

Além dos fatores relacionados à necessidade de se ter um complemento de renda, os empreendedores com idade mais avançada também colocam em prática o sonho do próprio negócio, apontam alguns estudos realizados pelo SEBRAE. Tal concretização se dá pelo fato dessas pessoas já possuírem ao menos um esboço de negócio, o que pode ter sido elaborado ao longo de anos, enquanto ainda estavam trabalhando de modo tradicional, salienta Flavio Maluf.

 

 

 

38 planos de saúde, de 14 operadas, foram suspensos pela ANS, no primeiro trimestre

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Para a infelicidade dos que pretendiam aderir a um novo plano de saúde, porém, como tentativa de favorecer os que já possuíam, que então, a partir do dia 9 de junho deste ano, estão suspensas as venda de um total de 38 planos de saúde, pertencentes a 14 operadoras diferentes.

Essa resolução foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), devido às reclamações que vinha recebendo até ali, quanto à cobertura assistencial. Entre as mais frequentes reclamações que foram recebidas por essa agência nos primeiros três meses do ano, estavam as negativas e a demora no atendimento.

Por meio de nota, a ANS ainda informava, na época, que essa suspensão fazia parte do monitoramento periódico realizado por meio do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, pertencente à própria Agência Nacional de Saúde Suplementar. Já quanto à lista constando todos os planos que tiveram suspensas as suas vendas, ela foi disponibilizada no site da ANS, desde quando a decisão passou a valer.

Uma decisão do tipo, certamente que atingiria bastante gente. Estima-se, inclusive, um total superior a 739 mil consumidores afetados, naquele momento. No entanto, a agência declarou que a atitude, ao invés de prejudicá-los, estava mesmo é protegendo todos eles, afinal, tratava-se de planos que recorrentemente eram alvo de reclamações em relação à cobertura.

Considerada uma medida preventiva, foi declarado ainda que a mesma iria permanecer até a divulgação do ciclo de monitoramento posterior àquele. Sendo que, vale lembrar, não só tiveram as operadoras a comercialização desses planos suspensa, mas também ficaram passíveis de receber multa aquelas operadoras que em algum momento negaram cobertura indevidamente. Os valores dessa multa variariam de R$ 80 mil a R$ 250 mil.

Uma curiosidade a respeito dessas 14 operadoras presente neste ciclo específico citado, é que quatro delas já contavam com planos seus suspensos no período anterior, ou seja, nos últimos três meses do ano de 2016. Portanto, é fato que dez dessas 14 operadoras não estavam na última lista de suspensão.

No entanto, assim que feita a suspensão, foi também logo informado que seis dessas operadoras logo poderiam voltar com a comercialização de seus produtos, que totalizavam uma quantia de 30 planos de saúde suspensos. Ainda houve a situação de três já serem logo liberadas para novamente comercializarem todos os produtos até ali suspensos, e também de outras três que tiveram uma reativação apenas parcial. Sinal de que, quanto a essas seis últimas houve alguma comprovada melhora no atendimento aos beneficiários.

Assim então, o ciclo dos três primeiros meses de 2017 foi encerrado com 14.537 reclamações de natureza assistencial feitas à ANS. Sendo que, dentre todas essas, 12.360 queixas foram direcionadas para uma análise, graças ao programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento. Mas ainda vale pontuar que, independente das suspensões das vendas, todos os beneficiários desses planos suspensos continuam tendo a assistência regular. A suspensão é apenas para que as operadoras possam melhor resolver seus problemas, antes de poderem receber novos beneficiários.

 

INCA aponta que o tabagismo no Brasil gera prejuízos alarmantes

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Dados apresentados pelo Instituto Nacional do Câncer José de Alencar Gomes da Silva (INCA) apontam que o Brasil gasta cerca de R$56,9 bilhões ao ano em decorrência do tabagismo. No Brasil os impostos sobre o cigarro são altos, de tal modo que chega a arrecadar cerca R$12,9 bilhões ao ano. No entanto, não são suficientes para custear R$39,4 bilhões com despesas em saúde e R$17,5 bilhões com as perdas que a economia sofre com a baixa produtividade e gastos com indenizações. Fica o saldo devedor anual de R$44 bilhões para os cofres públicos.

Em 2015, o maior índice de mortes relacionadas à doenças pulmonares foram aquelas causadas pela obstrução crônica das vias respiratórias, ou DPOC, chegando a 31 mil, já o câncer de pulmão causou 23,762. O índice total de mortes causadas pelo tabagismo chegou a 256, 216. O consumo do tabaco gera uma forte dependência de ordem física, psíquica e comportamental.

Políticas públicas de controle ao tabagismo

O Ministério da Saúde brasileiro tem um programa de combate ao tabagismo. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para fumantes abandonarem o vício. Uma medida recente adotada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi a proibição da fabricação de cigarros que contenham sabores aditivos. A resolução visa evitar que os jovens sejam atraídos para o consumo desse tipo de produto.

Além disso, é proibido a propaganda comercial de cigarro na televisão e o uso de cigarros ou quaisquer produtos fumígeros em recintos coletivos fechados. É obrigatório ao fabricante incluírem mensagens e imagens sobre os riscos do consumo do tabaco, além de indicar o número do telefone do programa Pare de Fumar, Disque Saúde 136, do Ministério da Saúde.

Campanha mundial de combate ao tabagismo

Não se trata de uma questão local, mas de uma luta mundial pela conscientização sobre os malefícios do tabagismo. Segundo aponta a Organização Mundial de Saúde (OMS), houve um aumento do número de mortes provocadas pelo tabagismo em todo o planeta. No início dos anos 2000, a taxa de óbito indicava 4 milhões ao ano, já os últimos índices apontam para 7 milhões.

Segundo a OMS, os gastos envolvendo o tabagismo giram em torno de US$1,4 trilhão ao ano, levando em conta as despesas dos sistemas de saúde e social, baixa produtividade no trabalho e até mesmo os impactos ambientais. O único ponto positivo que este balanço nos apresenta é o fato de que todas essas mortes poderiam ser evitadas.

O consumo do cigarro gera uma grande quantidade de resíduos para o meio ambiente, além do problema da emissão de gazes poluentes na atmosfera. Esses resíduos contém milhares de substâncias tóxicas e boa parte cancerígenas. Portanto, geram danos graves ao meio ambiente e estão sendo alvo de políticas públicas e uma reflexão comportamental.

Agência de Heads, de Cláudio Loureiro, é a melhor empresa do setor para mulheres trabalharem

Agência Heads Propaganda, de Claudio Loureiro, foi considerada a melhor empresa do setor para mulheres trabalharem, de acordo com o instituto Great Place to Work, pelo seu prêmio GPTW Mulher (Great Place to Work Women), concedido em maio de 2017.

A Heads propaganda, de Claudio Loureiro, foi reconhecida pelo instituto Great Place to Work dentre 30 outras como a empresa que dá mais espaço e conforto para que as mulheres possam trabalhar, um louvável esforço para diminuir a desigualdade de gênero.

Pioneira

A Heads Propaganda, do publicitário Claudio Loureiro, é a primeira agência de publicidade e propaganda a aderir aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, da ONU Mulheres na América Latina, braço da Organização das Nações Unidas para defesa dos direitos das mulheres nesta parte do continente americano.

É pioneira em ações de reflexão no próprio mercado quanto a representatividade dos diversos gêneros e suas ações, como a pesquisa TODXS?, que provocou debates sobre a discussão de estereótipos e a forma como os profissionais da propaganda representam as pessoas, revelando dados surpreendentes como que os comerciais televisivos privilegiam protagonistas brancos, dos quais os homens protagonizam 33% e destes, 83% são desta cor. Das 26% de mulheres que protagonizam campanhas, 84% são brancas.

Outra iniciativa da Heads Propaganda é realizar, antes de efetuar a campanha, entrevistas com os clientes para que possam desfazer-se qualquer impasse ou má compreensão quanto a abordagens que possam ser consideradas inadequadas e/ou que violem a dignidade do público feminino.

A Heads de Claudio Loureiro possui quase 30 anos de experiência, e é totalmente brasileira, com escritórios nas capitais do Sul e do Sudeste.

A agência vendeu grandes empresas como Laboratório Sabin,AccorHotels, Tokio Marine Seguradora, Itaú Unibanco, IBM Brasil e empresas de porte médio, como Ford Credit Brasil

Pandora, Brystol-Myers Squibb, P&G – Escritórios SP e Recife, Aspen Pharma

Zurich Santander Seguros e Previdência.

Critérios de premiação

O prêmio Great Place to Work Women promove discussões relevantes sobre a importância do acesso à educação por parte das mulheres, a inclusão destas e nas vagas do mercado e sua ascensão aos cargos de líder (Presidente, CEO, diretoras) em empresas e governos para a criação de uma sociedade mais justa. Os critérios da premiação incluem uma pesquisa do modo de organização da empresa junto com a análise de documentos com o perfil demográfico. Outra exigência e a empresa possuir no mínimo 100 funcionários. A agência de Cláudio Loureiro tem quase 200 empregados, e realizou campanhas para o plano de saúde Unimed, o banco Caixa Econômica Federal e sua seguradora Caixa Seguradora (que lhe rendeu o prêmio El Ojo TNT), Arbor, a perfumaria e produtos de maquiagem e beleza Boticário, a editora, desenvolvedora de softwares educacionais e produtos eletrônicos Positivo e a petrolífera Nacional Petrobras.

Trajetória do publicitário

Curitibano, Claudio Loureiro formou-se me Direito pela Universidade Pontifícia do Paraná e em 1997 ganhou o prêmio colunistas como melhor profissional do ano na área da publicidade propaganda.

É membro da Young Presidents ‘Organization (YPO) rede mundial que reúne executivos de diversas empresas.

 

 

 

 

Depressão

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Essa doença é considerada pela Organização das Nações Unidas o mal do século. Uma doença cercada de preconceitos, e verdade é que a depressão atinge pessoas de todas as idades e classes sociais

Considerada uma doença silenciosa, que faz com que tudo perca a sua cor, gosto e faz com que a pessoa não tenha vontade de viver, os exemplos são simples mais retratam os sintomas de uma doença grave que afeta mais de 350 milhões de pessoas no mundo todo e muitas vezes a própria pessoa que sofre dessa doença, resiste em acreditar que ela realmente existe.

Chamada de transtorno depressivo maior, que a condição na qual a pessoa sente um constante humor negativo, uma visão negativa de si e uma perda de interesse por coisas que antes pareciam lhe fazer bem. A pessoa com depressão se sente assim na maior parte do tempo, durante muitos dias, meses e até anos. Essa é a principal diferença em se sentir triste, e estar depressivo, pois a tristeza é passageira. A depressão faz com que a pessoa pense diferente das outras pessoas, pois elas apresentam pensamentos negativos e desesperança que refletem em como elas veem o mundo em sua volta. Agora falando em análise biológica da doença, os hormônios liberados durante situações de grande estresse podem alterar o funcionamento dos neurônios, especialmente se essas situações ocorrerem em determinados períodos da infância e de maneira prolongada.

Existe uma região do cérebro envolvida no funcionamento da memória chamada de hipocampo e de acordo com pesquisas realizadas essa região, pode ser danificada a partir da liberação contínua desses hormônios e isso pode levar até em uma mudança anatômica nessa região do cérebro que predispõe certas pessoas a depressão.

A depressão faz com que a pessoa se sinta tão impotentes e indiferentes em relação a sua vida que as suas relações interpessoais e suas atividades do dia a dia podem ser seriamente afetadas, causando uma maior proporção em se isolar de outras pessoas e até realizar tentativas de suicídio. Nesse sentido a depressão não afeta somente a pessoa que vivência a doença, mais todo o contexto no qual ela vive e a própria economia do país já que uma das maiores causas do afastamento do trabalho é a depressão.

Muitas pessoas não levam a sério essa doença e acham que pode ser facilmente controlada, passageira ou nada que seja necessário exigir um tratamento médico. A depressão não é algo que pode ser controlado e pode prejudicar de forma grave a vida da pessoa depressiva. Sem ajuda profissional pode ser extremamente difícil lidar com essa condição. Hoje já existem vários tratamentos com altos níveis de eficácia. Muitas vezes o uso de medição pode ser indicado para o tratamento, mais antes a pessoa precisa procurar ajuda de um profissional qualificado.

Veja também sobre Depressão pós-parto

 

Aumentou o número de adolescentes hospitalizados, após a legalização da maconha no Colorado – Estados Unidos

 

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O número de adolescentes enviados para salas de emergência mais do que quadruplicou após a maconha ter sido legalizada no Colorado – principalmente para os sintomas de saúde mental, assim relataram os pesquisadores no começo de maio. Eles descobriram que 639 adolescentes que foram para um sistema hospitalar no Colorado em 2015 tinham cannabis na urina ou disseram a um médico que eles estavam usando maconha. Isso é acima dos 146 em 2005, antes do uso da maconha ser legalizado no Colorado.

“O efeito a nível estadual da legalização da maconha no uso de adolescentes só começou a ser avaliado”, disse o Dr. George Sam Wang, da Universidade do Colorado, que liderou o estudo. Wang disse que as pessoas acreditam que a maconha é segura – mas não é. “A percepção de risco caiu um pouco”, disse Wang à NBC News. “Nós sabemos que o uso de maconha em uma idade jovem pode afetar cérebros adolescentes.”

O Colorado, localizado nos EUA, legalizou o consumo de maconha medicinal em 2010 e fez o uso recreativo da maconha legal em 2014. Outros estudos têm mostrado que as visitas a urgências envolvendo o uso de maconha aumentaram após essas datas, especialmente entre crianças e turistas que visitam o Colorado.

A cannabis é legal para uso médico em 28 estados americanos, e oito estados americanos têm a legalização para o uso recreativo de maconha e produtos derivados de maconha.

Wang e seus colegas examinaram o departamento de emergência do hospital universitário e os registros de cuidados urgentes entre 2005 e 2015 para o estudo, apresentados a uma reunião das Sociedades Acadêmicas Pediátricas em São Francisco.

Eles encontraram 3.443 hospitalizações de pacientes com idade entre 13 e 21 anos em centros de atendimento de urgência durante esse tempo. Dois terços envolveram sintomas psiquiátricos, disse Wang. Mais da metade também tinha evidências de outras drogas em seus sistemas, incluindo álcool, anfetaminas e cocaína.

Uma pesquisa federal publicada no final do ano passado descobriu que 6% dos estudantes do ensino médio estão usando maconha diariamente. Wang disse que é importante descobrir o quão prejudicial é para eles. Wang também estudou os efeitos da legalização em crianças mais jovens, que são mais propensas a usarem maconha.

Em 2016, Wang descobriu que a taxa média de hospitalizações relacionadas à maconha no hospital infantil dobrou após a legalização. As crianças receberam a droga de pais, avós, vizinhos, amigos, babás ou outros parentes. Na maioria das vezes, as crianças comiam comida contendo maconha. Seus sintomas incluíram sonolência, tonturas, vômitos, agitação, taxas de coração perigosas e convulsões.

Além do aumento de hospitalizações por causa do uso da maconha, outros estudos sugerem que usar maconha e álcool em conjunto prejudica mais a condução do que qualquer substância sozinha e que o consumo de álcool pode aumentar a absorção de THC, o químico psicoativo encontrado na maconha. Sendo assim, o consumo da maconha pode prejudicar qualquer pessoa, até mesmo quem nem consome e pode acabar sendo atingido por um carro desgovernado por causa de um motorista sob os efeitos da droga.